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The Vaccines – Wreckin’ Bar (Ra Ra Ra) / Blow It Up

6 dez

O The Vaccines estava fazendo um certo barulho no Reino Unido com sua série de demos lançadas, mas acabei só parando para escutá-los agora, com o lançamento do seu primeiro single-duplo, com “Wreckin’ Bar (Ra Ra Ra)” e “Blow It Up”. A banda está conquistando espaço aos poucos, e com menos de um ano de existência, já estão cantando junto com outros novos artistas como Everything Everything, Ellie Goulding e Two Door Cinema Club. Porém se depender desse primeiro single, adianto que os caras estão bem a frente dos nomes citados.

Só não se espante com a duração das faixas. A primeira delas, “Wreckin’ Bar (Ra Ra Ra)”, pode até ter um nome que lembre a Lady Gaga, mas a música é um tiro certeiro ao rock’n’roll descompromissado, aquele que fez os Strokes virar grande, e com menos de um minuto e meio de duração, consegue ser completamente viciante, repleto de riffs de guitarra e uma construção não muito convencional que te terá repetindo a faixa sem cansar.

The Vaccines – Wreckin’ Bar (Ra Ra Ra)

“Blow it Up”, o lado B do single, também não é das músicas mais longas que já ouvi, com menos de três minutos, mas ao contrário da agitação da anterior, a faixa aposta em um tom mais melódico, o que certamente me agradou mais. Com um sensível tom lo-fi, seu arranjo é formada por pianos, guitarras e um refrão marcante, unidos em uma bela canção que não faria feio se encaixada no The Suburbs, do Arcade Fire.

The Vaccines – Blow It Up

O álbum do grupo está programado para a metade de 2011, então vamos ficar de olho pois o hype certamente não será a toa.

Oberhofer – Away Frm U / o0O0o0O0o

3 dez

Músicas novas de qualidade saem a todo o instante, mas são poucos os artistas que nos entregam um álbum que faz jus ao hype. Mas não há nada mais promissor que os jovens talentos, não apenas na música, mas no futebol, teatro ou qualquer outra área,  pois são eles que geralmente nos fazem pensar, “que porra eu tava fazendo nessa idade mesmo?”. Conheça agora o Oberhofer, um jovem de 19 anos, com pleno potencial. Original de Seattle, o garoto mora em NY agora, faz aula de música clássica e tem uma poderosa mente criativa para melodias cruas de pop/rock, com riffs e refrões como sua melhor arma.

Seu primeiro single, “Awy Frm U”, uma música sobre se sentir rejeitado, exprime bem aquelas ocasiões onde a pessoa que você quer por perto parece não querer o mesmo. Embora seja uma música sobre angústia e arrependimento, temos xilofones, guitarras cruas e um refrão simplesmente impossível de não acompanhar com os pés. A música vai ganhando momentum, e no seu clímax, que conta com o refrãozinho sendo assoviado pelo cara, obriga todos a levatarem a mão pro alto e bater palmas, como se tudo já estivesse certo. Ou ele não estivesse mais ligando.

Oberhofer – Away Frm U

Sua segunda melhor música, um indie-pop simplesmente chamado por “o0O0o0O0o”, tem, primeiramente, um refrão harmonioso repleto de “ohhs”, e que não se distancia muito do single anterior. Para completar, a faixa dá título para o EP de mesmo nome, que está sendo distribuído de graça aqui.

Oberhofer – o0O0o0O0o

O jovem foi recentemente assinado pela Matador Records, o mesmo do Pavement, Yo La Tengo e Cat Power, e dizem por aí que impressionou os caras ao apresentar suas músicas, então pode esperar com ansiedade o álbum, e mais singles, para 2011. Fiquem ligados.

Young Galaxy – Peripheral Visionaries

1 dez

A maioria das bandas começam pequenas, e viram grandes depois, tanto em público quanto em sonoridade. Admito que não conhecia o Young Galaxy, banda que já possui dois álbuns nas costas, mas confesso que mal posso esperar pra ouvir o terceiro, Shapeshifting. Como o título indica, os caras mudaram. Ao invés do tom mais épico de suas canções anteriores, como diz o release, estão apostando em um tom mais “sexy” e “expansivo” (The XX alguém?), e o resultado pode ser conferido no primeiro single “Peripheral Visionaries”. A música não é nada menos do que uma jornada quase-mágica, com um vocal feminino e um masculino trocando as vezes sob um baixo viajante, que te acompanha até seu refrão composto apenas por “oohs” e riffs de guitarra, até chegar seu ápice, no último minuto, onde a banda canta em coro uma nova estrofe, de arrepiar. Sexy, expansivo e épico, um perfeito “dream pop” que cumpre o que o gênero promete: te fazer escapar, nem que por três minutos, de onde quer que você esteja. O disco sai dia 8 de Fevereiro, pelo selo Arts & Crafts, do Broken Social Scene.

Young Galaxy – Peripheral Visionaries

Chromeo – Hot Mess (Feat. La Roux)

18 nov

A faixa de abertura do novo disco do Chromeo acaba de ganhar uma releitura bem interessante. Se você é interessado ou não nessa banda de electro-rock, recomendo checar mesmo assim esse novo single, que já era bom no álbum mas que aqui ganha a participação de La Roux. A cantora, ao invés de fazer uma singela participação, adiciona um novo verso à música, que diga-se de passagem ficou mais legal que o próprio refrão. Para completar, o remix ficou sem sombra de dúvidas melhor que sua versão original, com o vocal único de Elly Jackson se sentindo bem a vontade ao meio de batidas com sintetizadores anos 80, característica na verdade dos dois duos. A música estava rodando na internet numa qualidade péssima tirada das rádios, então façam o favor de baixar a versão em HQ abaixo, e ouvir essa excelente canção!

Chromeo – Hot Mess (Feat. La Roux)

White Lies – Bigger Than Us

18 nov

E o White Lies está de volta. Depois de um ótimo debut porém pouco reconhecido pelo público, essa ótima banda volta em janeiro (de novo!) com um novo álbum, o Ritual, e de primeiro single ganhamos “Bigger Than Us”. Conhecidos por seus refrões grandiosos e toda uma ambientação post-punk, na primeira vez que ouvi o single tive a impressão de que tudo soava como uma cópia do Editors, e embora a música não seja ruim, tive a certeza de que estava ouvindo uma das piores canções dos caras. Mas bastou rodar mais algumas vezes que a coisa pegou. O refrão marca, assim com as outras do To Lose My Life, e embora o single não deva conquistar novos fãs, os curiosos de plantão devem ficar satisfeitos, mesmo não sendo de primeira. Ouçam a faixa abaixo, assistam ao clipe, e já anotem no calendário mais álbum um pra ouvir no calor de janeiro!

White Lies – Bigger Than Us

Wild Party – Life’s Too Short

11 nov

MySpace do Wild Party: atualmente, conta com 2 comentários, 22 amigos e 410 plays em seu primeiro single, “Life’s Too Short”. Só de olhar pra página dos caras dá pra constatar algumas coisas, a primeira sendo que a banda é extremamente nova, e a segunda é que mesmo não tendo quase nenhum sucesso ainda, os caras são caprichosos. Agora basta apertar o play no dito single, que podemos tirar mais algumas conclusões. A canção é extremamente boa, e no primeiro segundo você vai achar que está ouvindo uma canção dos The Killers de 2005, com Brandon Flowers nos vocais e tudo. Entretanto, como disse, a coisa não tem cara de demo aqui, com sintetizadores, riffs, e um refrão que lembra The Strokes, que carrega toda a agressividade do Is This It misturada à sensibilidade do Hot Fuss. Para completar, a banda vêm diretamente do Texas, e embarca agora numa turnê com os Wombats, além de concluir a gravação do seu primeiro disco, para 2011. Se esse single é alguma indicação, fique de olho para não perder essa festa, que promete.

Wild Party – Life’s Too Short

Trophy Wife – Microlite / Take This Night

11 nov

O Trophy Wife é uma daquelas bandas que gruda, mas por motivos diferentes dos sons mais atuais. Suas canções podem não ser imediatas, sem grandes refrões ou melodias viciantes, mas certamente algo me prendeu no som dos caras. Com um synth-rock bem suave,  o trio de Oxford chega a lembrar uma mistura entre Phoenix e os Foals, e com alguns lançamentos já em mãos durante o ano, só agora em novembro foi lançado oficialmente o single de “Microlite”, com seu delicioso lado B “Take This Night”. “Microlite”, como disse, pode parecer inofensiva no início, mas preste um pouco de atenção à faixa, que junto aos seus riffs de guitarra poderá observar diversas melodias diferentes tocando ao mesmo tempo. Vocais ecoados, batidas esparsas e um vocal que parece frágil do vocalista Jody Prewett, a banda que era vizinha de casa e agora está abrindo pro Foals, chama seu som de “office disco”, e fica bem fácil de entender o porquê. O b-side “Take This Night”, representa melhor esse lado, pois é o exato oposto ao som mais calmo de “Microlite”, mas igualmente luxuoso e mais harmônico.

Para completar o rock eletrônico doce e suave de “Microlite”, assista ao intrigante vídeo da faixa clicando aqui, onde você pode aprender uma coisa ou duas sobre sucrilhos. Ouçam o single e seu b-side abaixo, e aguardem por mais novidades em breve.

Trophy Wife – Microlite

Trophy Wife – Take This Night

Assista ao vídeo da faixa clicando aqui!!

TV Girl – If You Want It

10 nov

TV Girl é o nome de um grupo de San Diego que faz aquele típico bedroom-pop: lo-fi, caseiro e deliciosamente irresistível. Como se não bastasse, os caras estão ganhando um hype generoso nesse final de ano por conta de um EP gratuito que disponibilizaram (baixe aqui), e desde então a banda vêm apontando como mais um nome para se ficar de olho em 2011. “If You Want It”, o primeiro single do EP, conta aquela velha história de bêbado querendo se aproveitar do outro sexualmente, mas o TV Girl é mais suave, e mesmo admitindo que a parceira só está fazendo isso por que está de fato fora de si, ainda diz que só faria “se ela quiser”, daí o título da música. É uma historinha típica (e engraçada), embalada por suaves guitarras e até um solo de saxofone beirando o sensual no finalzinho, o suficiente para tornar essa canção ainda mais propícia, se é que me entendem. A vibe relax da música na verdade vem de um sample de “Hello It’s Me”, uma música que não conheço de uma cara chamado Todd Rundgrens, mas sinceramente, tudo se encaixa tão bem que a única coisa que você vai querer  saber no final do EP é a data do próximo lançamento do grupo. Baixe o encantador EP TV Girl aqui, e aguarde por mais novidades da banda em breve.

TV Girl – If You Want It

Tennis – Baltimore EP

8 nov

Temos aqui o primeiro grande lançamento de 2011. Programado para o dia 18 de Janeiro, o Tennis vai estar lançando finalmente seu primeiro álbum, o Cape Dory. A banda, que na verdade é um duo de marido e mulher, conta com o delicioso vocal de Alaina Moore (essa da capa!), que deu o nome ao grupo por causa do esporte “elitista” que é o preferido do seu marido, o guitarrista Patrick Riley. Essa é a história de como surgiu o nome deles, agora a história de como a banda de fato surgiu, são outros quinhentos. Decididos a largar suas vidas monótonas e percorrer de barco da Flórida até o Bahamas, o casal decidiu escrever algumas canções no caminho para documentar a viagem, resultando em algumas pérolas que soam como canções vindo direto dos anos 50, com aquela brisa de praia e tudo mais. De começo, o som do grupo lembra bastante o Best Coast, só que mais trabalhado nos versos e refrões, soando até um pouco mais pop. As canções também são cutíssimas, entretanto. Eles lançaram alguns singles esse ano, mas todos eles vão estar inclusos em seu debut, e “Marathon”, minha favorita até então, entra como a quarta faixa do disco.

Tennis

Patrick Riley e Alaina Moore - Tennis

“Marathon” é exatamente o que eu descrevi acima. A canção fala sobre ventos, mar, barcos e viagens, e carrega todo o clima de “dia na praia”, e com um refrãozinho cheio de “ooh”s, ela vicia e emerge como a canção mais promissora que o grupo já soltou. Mas as outras que pude ouvir não distanciam muito da qualidade dessa. “Baltimore” parece um Fleet Foxes acelerado tocando na praia, e a favorita “Cape Dory”, faixa-título do disco, também com sua taxa de “ooh”s e “shalala”s, não tem medo de soar pop. Fiquem com as três faixas abaixo, que compõem  o EP Baltimore, e aguardem pelo Cape Dory, que deve definir a primeira grande banda/álbum de 2011, logo no comecinho do ano!

Tennis – Marathon

Tennis – Cape Dory

Tennis – Baltimore

Friday Mixes – Vol. VIII

5 nov

Depois de um Friday Mixes atrasado e meio “mais ou menos” semana passada, a nossa querida seção está essa semana em sua melhor forma, com os melhores remixes que sairam essa semana, assim como umas pérolas mais antigas que fazem minha cabeça até hoje! Deêm um destaque para a bela versão de “Revolving”, da Sparks, e o excelente mash up do The Killers com “Somebody Told Me”, mas ouçam todos eles por que essa semana sem dúvidas todos estão muito bons!

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Hurts – Better Than Love (Italoconnection Remix)

PARA OUVIR: SE ANIMANDO PARA SAIR

Eu sempre odiei o HURTS, e um dos motivos foi “Better Than Love” e “Wonderful Life”. Essa última, quando ouvi sua versão finalizada, subiu imediatamente pra o meu top de “músicas do ano”, agora “Better Than Love” (e a ainda terrível “Blood Tears & Gold”), embora façam parte de um disco maravilhoso, ainda não cairam no meu gosto. Entra aí esse remix do Italoconnection, produtor renomado dos anos 80. A música vai crescendo e construindo suas batidas, guardando o refrão para soltá-lo só depois da marca dos 3 minutos, dando muito mais impacto ao mesmo, e com a adição de um toque retro anos 80 que lembra as vezes o New Order, o cara transforma essa música apenas ok em uma das mais legais das banda.

Hurts – Better Than Love (Italoconnection Remix)

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Darwin Deez – Constellations (Xaphoon Jones of Chiddy Bang BOOTLEG Remix)

PARA OUVIR: TOMANDO BANHO.

Conheci o Darwin Deez ano passado com a contagiante “Radar Detector” através de um remix do Xaphoon Jones, o produtor por trás do Chiddy Bang. O que em sua versão original era uma tranquila mas divertida canção de pop-rock, vira um electro-pop com batidas de hip hop, assovios e sinos, com uma produção totalmente nova e digna dos outros remixes e trabalhos do Xaphoon.

Darwin Deez – Constellations (Xaphoon Jones of Chiddy Bang BOOTLEG Remix)

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Tame Impala – Lucidity (Pilooski Remix)

PARA OUVIR: SE ARRUMANDO

O Tame Impala lançou um dos melhores discos do ano, tanto que até arrisquei dizer algumas palavras sobre ele aqui. Repleto de psicodelia e um vocal que lembra às vezes Lennon, os caras fazem um rock que chama a atenção dos nossos ouvidos sem muita dificuldade, e esse segundo single, “Lucidity” (que ganhou um clipe incrível), ganha uma bateria mais forte e algumas palmas. Na verdade, a faixa têm poucas alterações da original, mas todas elas fazem a música ficar ainda mais energética e eufórica do que a original, no final, tornam essa aqui a ideal para as pistas. O Tame Impala ganhou poucos remixes até agora, então não deixe esse aqui passar.

Tame Impala – Lucidity (Pilooski Remix)

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Kylie Minogue – Get Outta My Way (Penguin Prison Remix)

PARA OUVIR: BEBENDO

Kylie Minogue todo mundo já conhece, agora espero ter chamado a atenção de todos com essas duas músicas incríveis do Penguin Prison que postei aqui. Conhecido por suas produções com toque da disco-music, o cara faz exatamente o esperado com a alegre “Get Outta My Way” da australiana mais querida de todos, e o esperado nunca foi tão bom. A música fica menos agitada e contida que a original, e perde um pouco o charme do refrão, o que deve decepcionar os mais fanáticos, principalmente por ser  (des)construída de uma forma bem diferente da original. Mas aprecie como sendo apenas um remix do Penguin Prison, que você terá mais uma bela faixa desse promissor artista.

Kylie Minogue – Get Outta My Way (Penguin Prison Remix)

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The Killers Vs. Erik Prydz – Somebody Told Me vs. Pjanoo

PARA OUVIR: NO CARRO COM OS AMIGOS

Semana passada postei um mashup bem legal do Kanye West com a Lady Gaga tirado do ótimo DJ Hero 2. Enquanto não tive a oportunidade de conhecer todos os remixes da sequência, joguei o primeiro game a exautão, por unir duas coisas que amo: remixes e videogame. Apresento agora, para quem ainda não conhece, um dos melhores remixes do dito jogo, um mashup de “Somebody Told Me” com “Pjanoo” do Erik Prydz. Mas se você não conhece a segunda música, apenas saiba que o hit do The Killers se transforma aqui numa incrível música com batidas crescentes e empolgantes, que poderia ser tocada em qualquer pista de Ibiza. É daquelas pra causar bagunça nas boates, mesmo sendo criada para um game.

The Killers Vs. Erik Prydz – Somebody Told Me vs. Pjanoo

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Examples – Kickstarts (Myndset Remix)

PARA OUVIR: NA PISTA

Essa música do Examples foi um dos maiores hits do Reino Unido esse ano, e ela tem um bom motivo para isso. A música além de ser tocada nas rádios, foi a preferida de vários DJs, pois com um refrão grudento e sintetizadores que dão todo um clima a mais, a música além de animar, vicia. Esse remix do Myndset, o meu favorito da faixa, têm apenas algumas mudanças sutis, mas extremamente necessárias para tornar a música ainda mais disco-friendly, então se precisa de alguma música para agitar seu set, mesmo não muita gente conhecendo essa aqui, pode tocar que é amor à primeira ouvida!

Examples – Kickstarts (Myndset Remix)

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Gorillaz – Doncamatic (Joker Remix)

PARA OUVIR: FAZENDO SEXO

“Doncamatic” foi um enigma. Depois de lançar o ótimo Plastic Beach no meio do ano, o Gorillaz chegou com esse single do nada, e de mansinho virou para mim a faixa mais tocada da banda nesse ano. A produção do Gorillaz, a única coisa que fazia da faixa uma música extremamente Gorillaz, é deixada de lado nesse remix que diminui o ritmo e retira todas as batidas da original, a favor de um ritmo sexy-dubstep. Para completar, com os vocais sussurantes de Daley, que “pede que você vá até em baixo”, a música triplica o seu tom sexual nesse remix quase perfeito criado pelo Joker.

Gorillaz – Doncamatic (Joker Remix)

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Spark – Revolving (Monsieur Adi Rework)

PARA OUVIR: NA VOLTA VENDO O SOL NASCER

Você se apaixonou por Spark nesse post que fiz aqui, e nessa recriação da música pelo Monsieur, as coisas ficam extremamente mais tensas. O que era um electro-pop alegre e divertido vira aqui uma canção semi-acústica, com os vocais da cantora amplificados, com um efeito que dá a sensação que ela estivesse cantando na sua frente ao vivo. Para acompanhar, três violinos prolongam e dão um clima totalmente diferente à música, mais cru, humano e infinitamente melhor. Pense em “Indestructible” versão acústica da Robyn que você vai entender o que estou falando, mas não deixe em hipótese alguma de ouvir essa belíssima alternativa à faixa original.

Spark – Revolving (Monsieur Adi Rework)

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[D/L] Friday Mixes VIII