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[RESENHA] Robyn – Body Talk

2 dez

Robyn não é uma popstar convencional. Depois de seis anos parada, lançando apenas um ou dois brilhantes singles no caminho, no começo do ano a cantora revela sua meta para 2010: lançar três álbuns, que juntos iriam compor um projeto chamado Body Talk. Um método não muito comum, convenhamos, mas a cantora parece simplesmente não ligar. Ela quis fazer seu disco do seu jeito, lançá-lo no seu próprio selo e liberá-lo da sua maneira, e a conseqüência de tudo isso é o melhor projeto pop do ano.

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SHOW: OK Go @ Estúdio Emme (SP)

21 set

OK Go no Estúdio Emme

Vou ser muito sincero ao dizer que eu estava cheio de expectativas para esse show, e das piores. A primeira era sobre o lugar: o Estúdio Emme é um lugar muito bacana mas peca por ser pouco divulgado, e todas as vezes em que eu fui (e não foram poucas) estava vazio. Ver o OK Go com a casa vazia não tem graça. A segunda seria a do próprio grupo, como seria o show de uma banda que tem os melhores clipes do mundo sob a minha perspectiva? Como manter a mesma experiência? Terceira era sobre o setlist, pois eu não tinha ouvido muito o último disco e de acordo com o que havia sido publicado pela casa, seria a tour dele. Vamos ser claros que as músicas mais divertidas dos caras são a do segundo disco (Oh No), e que um show deles sem tocar nenhuma música do mesmo seria uma pena.

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The Count & Sinden – After Dark (Feat. Mystery Jets)

24 ago

Mystery Jets sempre foi uma banda com um material muito bom, mas que infelizmente nunca viu a luz do sol do sucesso por muito mais que algumas semanas com seus singles, a não ser quando contava com parcerias fofíssimas como a da Kate Nash em Disco Elizabeth, e o hino romântico-indie de 2008 Young Love, com a Laura Marling. “Mas tudo está prestes a mudar!” alguém deve ter pensado quando eles se juntaram ao duo The Count & Sinden e fizeram a música que já é a maior partymaker do semestre, a After Dark.

Os caras acabaram de lançar seu debut após esmagar a galera com sua música MEGA (em maiúsculo, que por sinal é o nome do álbum), e já chegaram com direito a EPIC WIN, escrito em fonte outdoor em cada esquina do mundo. Não tô brincando. Onde mais você vai encontrar um CD com hip-hop, house, electro, trance, funk, dreampop, dubstep, kuduro, cumbia, flamenco, e um cheirinho de forró e samba pelas bordas?

Agora a After Dark, que deixo aqui, é uma música mais que animada, que tem um pé nos 80’s, mas o resto do corpo jogado no world music, que aliado com o indie dos Mystery, cria praticamente um novo estilo de música. Pegue a bebida, solte o play e já vai se preparando no “We’ve never had a heart to heaaaart, but you still call me up after daaaaark, the daaaaark…” porque o negócio é MASSIVE. E como se a música não fosse o bastante, ainda tem aqui pra você dois remixes que acompanham o single. E se estiver curioso pra ouvir o álbum, o MEGA MEGA MEGA, corre aqui pra barra lateral e baixe o disco completo.
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RESENHA: Matthew Dear – Black City

24 ago

Bons DJs, nascendo ou aprendendo, acabam tendo que se adaptar as mudanças do cenário eletrônico, que é um dos mais mutáveis da música pop. House, techno, minimal, maximal ou electro, os nomes e classificações estão aí e seu número é quase maior do que a relação de todos os Pokémons. Mas quando você consegue pegar um pouco de cada, e evoluir a sua sonoridade,  não apenas adaptá-la, surge um belo CD como esse Black City, do texano Matthew Dear.

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Sufjan Stevens – All Delighted People EP

23 ago

O queridinho do cenário indie está de volta. Sufjan Stevens, que acabou de lançar um EP, All Delighted People, vem fazendo o que sabe de melhor: belas canções, com arranjos que envolvem xilofones, vocais em coro e instrumentos de sopro, que muitas vezes lembram cantos cristãos. O trabalho do EP é soberbo, mas nada não menos diferente de um cara que um dia se propôs a lançar 50 discos fazendo referência a todos os estados americanos.

Na modesta opinião desde que escreve, a melhor faixa é a de abertura, que dura 11:38min e remete a alguns de seus antigos trabalhos. De acordo com sua gravadora, a música é uma dramática homenagem ao Apocalipse, e se formos fazer algum tipo de comparação, a faixa lembra muito o penúltimo trabalho da Joanna Newson, o álbum Ys. Praticamente uma epopéia. O EP, que tem 8 faixas e 60 minutos de duração, também conta com uma versão classic rock da música título. E outro detalhe, se vocês prestarem mais atenção na capa, verão ali até o Leonardo DiCaprio. O All Delighted People pode ser adquirido por $5 aqui, ouvido por completo aqui em baixo, ou baixado em qualidade máxima na barra aqui ao lado.

♫ Sufjan Stevens – All Delighted People (Original)

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MELHORES ÁLBUNS DE 2010 – PARTE 1

12 jul

O ano de 2010 está sendo muito bom para a música em geral, e mesmo sem um álbum avassalador quanto o do Animal Collective do ano passado, tivemos algumas surpresas, expectativas atendidas e decepções. Com a maioria dos lançamentos esperados já lançados, ainda assim temos muita coisa para ouvir. Entretanto, temos aqui um saldo geral dos álbums que mais se destacaram para mim nessa metade do ano (lançamentos até 30/06/2010). A lista final que farei no final do ano pode haver alterações, a medida que ouvir os álbums novamente e tirar novas conclusões. Enfim, clique abaixo para ver a lista, conhecer alguns artistas que não escrevi ainda (prometo consertar isso), e é claro, opinar se concordaram ou não com meu top 20. Também gostaria muito de ver quais são os SEUS álbums favoritos até então, então não esquece de comentar no box!

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RESENHA: Tame Impala – Innerspeaker

9 jun

Tame Impala já está em seu segundo CD, Innerspeaker, e é uma banda australiana de rock psicodélico que nunca pensei que fosse gostar. O primeiro CD passou despercebido por mim, mas este segundo me conquistou de certo. O interessante aqui é que cada música tem sua peculiaridade, e brinca com um estilo diferente. Temos as mais pops e pegajosas, as mais rockers, as épicas de 7 minutos, as mais viajantes pra os “stoners” e até uma instrumental para quem quer apenas ouvir os sons das guitarras. Guitarras, entretanto, estão presentes em todas as faixas, sejam diretas nas mais pops ou mais distorcidas nas mais psicodélicas. O vocal de Kevin Parker também chega a lembrar muitas vezes o de John Lennon, tanto no tom quanto na maneira de cantar. As canções têm o nível de maturidade que o MGMT mataria e desejaria ter, sem soar enfadonho ou inacessível.

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Theophilus London – I Want You (Mixtape)

25 maio


Apesar de pegar todos os trejeitos de Kid Cudi, Theophilus London vem sendo considerado o próximo grande nome do hip hop internacional. O cara não gosta de ser chamado de rapper, e seguindo a linha indie traçada por Kid Cudi e Kanye West, Theophilus até manda um freestyle sobre Giving Up The Gun do Vampire Weekend, na faixa Give it Up Daddy do seu novo EP, I Want You, que você pode baixar clicando aqui. Os destaques não param por aí. Sorry To Interrupt conta com uma batida  eletrônica suave e viajante a mesmo tempo, e um refrão bem divertido. No Answers tem uma atitude mais disco/retro,  e já vem preparada pras pistas. Mas se nada servir pra você, ainda pode recorrer ao single de estréia do cara, Humdrum Town, o Day & Night de Theophillus. Com esta garanto que não tem erro. Escolha a que quiser, mas não deixe de conhecer um dos rappers mais promissores de 2010 (logo após o favorito Chiddy Bang!).

I WANT YOU – MIXTAPE

Link 1 / Link 2

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♫ Theophilus London – Humdrum Town

Theophilus London – Give It Up Daddy

Theophilus London – Sorry To Interrupt

Theophilus London – No Answers

Dent May & His Magnificient Ukulele

26 nov

Ukulele – instrumento havaiano semelhante ao violão, porém menor.

Dent May – um cara estranho, que canta e toca ukelele, e formou uma banda.

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O ritmo powepop do grupo, junto ao som do tal instrumento, tranforma as canções que poderiam passar despercibidas, em grandes  canções “havaianas”, que parecem ter saído dos anos 70.
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Seu albúm é repleto de melodias e harmonias, com letras inteligentes que tratam de assunto boêmios, porém jovens ao mesmo tempo. “Oh, Paris” é uma grande homenagem à cidade, vista pelos olhos de um rapaz de 20 anos, enquanto “God Loves You, Michael Chang” é uma música para ajudar o tal amigo. Porém é a última faixa do álbum, “Love Song 2009”, que cumpre exatamete o que promete, além de ser a faixa que descreveria melhor Dent May e seu ábum, intitulado, por uma boa razão, de “The Good Feeling Music of Dent”.

RESENHA “White Lies – To Lose My Life…”

18 mar

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4/5


White Lies já começa o ano despontando como uma das favoritas para “revelação do ano”. Julgada pelos principais expressos musicais como uma das “surpresas para se esperar em 2009”, o LP recém lançado cumpre de fato o que prometeu.

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