RESENHA “Lily Allen – It’s Not Me, It’s You”

18 mar

3,5/5


Acompanho a carreira da moça, e sempre a considerei uma espécie de “popstar do século XXI”, por ter uma opinião própria, escrever suas próprias músicas, e principalmente com seu adorável estilo sarcástico e vintage. A boa notícia é que, se você gostava de suas letras, pode esperar a mesma Lily de sempre: debochada, sarcástica, bem humorada (“Not Fair”, “21”), mas também, no novo CD, com opiniões fortes sobre política, drogas, e a sociedade em geral (como em “Fuck You”, “The Fear”).

 

A má noticia, é que, sobre sua sonoridade, no entando, sem a ajuda de Mark Ronson (produtor de Amy Winehouse, e do primeiro CD de Lily) e seus instrumentos de sopro característicos, as músicas tomaram um ar mais eletrônico, futurista, distorcendo daquele visto no primeiro CD. As músicas, no geral, mantêm um ótimo ritmo até a primeira metade, perdendo um pouco da energia na segunda parte, composta de composições mais suaves, calmas, e pessoais à artista.

 

De qualquer forma, para aqueles que curtiram o primeiro CD de Lily, é um prato cheio. Só não espere em todas as músicas aquela menina brincalhona, e as composições agitadas e descompromissadas vistas no primeiro.

 

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