Engraçada essa banda The Crookes. Primeiro pelo fato de que todos vão confundir e pensar que você está falando do Crookers, segundo pois um não tem nada de parecido com o outro. Eu digo NADA. Tercerio é que eles cumprem o que prometem. Não vá esperando algo indie ao extremo, nem algo leve ao extremo. Espere algo melódico, mas apaixonante. Podendo ser comparados com o The Smiths, suas músicas são feitas para aqueles que se apaixonaram ou querem se apaixonar. E sim, eles poderiam também estar inseridos na metade da trilha sonora de 500 Dias Com Ela.
Tidos como os novos queridinhos do House, a dupla belgo-italiana Aeroplane lançou seu novo CD chamado We Can’t Fly, no último dia 27 (se você não se lembra dos caras, eles fizeram um remix animal de “Paris” do Friendly Fires). Te conto que é um albúm bem interessante, aonde eles se permitem aderir a vários estilos de música saindo um pouco da área do house.
Os destaques do álbum ficam com “Superstar”, que foi o primeiro single e ganhou um EP recheado de remixes, “We Can’t Fly”, aonde eles brincam bastante com o reggae resultando em algo nada parecido com o lado rastafári do Diplo, e “London Bridge”, que não tem nada com a Fergie e mostra o lado bem house da dupla. Porém, de todas elas, a minha favorita é “I Don’t Feel”, talvez pelo vocal nervoso parecido com o da Beth Ditto, que faz com que a música fique toda com um estilo The Gossip. Fato é, a música vai arrebentar nas pistas, e é uma ótima pedida para o feriado.
Aproveitando o embalo, se você curtiu os caras e estará em São Paulo no feriado, dá um pulo aqui pois eles vão tocar sexta (08/10) na Hot Hot e segunda (11/10) no SWU.
Sabe aquelas músicas que você sente prazer de ouvir, pois são realmente muito bem feitas e produzidas? Daí você apresenta para a sua amiga, namorada, irmã ou etc.. E ela diz, “Que música bonitinha!”. Então, o grupo Quadron está cheio delas.
Te conto que o CD (primeiro e que leva o mesmo nome que a banda) é muito bom e vale a pena ser escutado várias vezes. Você fica com a impressão de que é uma mistura de Little Dragoncom Feist,e de que funciona muito bem. Eu entendo que algumas músicas chegam até a parecer, em algumas faixas apenas, com a boa e velha MPB. Mas esse é um dos únicos pontos, sob minha perspectiva, baixos do debut. “Pressure” é daquelas doces, grudentas, mas deliciosas músicas que invadem o seu subconsciente constantemente, e que te faz apaixonar pela banda depois do primeiro play. De quebra, cola aqui no player e houve ainda a “Slippin’ “, que está bem forte para ser uma das minhas prediletas do ano, pelo seu ritmo completamente viciante.
Depois de um show explosivo por conta do OK Go, o Estúdio Emme foi a casa de mais um que prometia, Miike Snow. Cheguei despretensioso ao local e esperando uma fila considerável, mas na verdade estava bem pequena e gerei a conclusão de que a casa havia melhorado. Conclusão essa que foi totalmente destruída ao final da noite.
Foi de um jeito estranho que eu conheci o Crystal Antlers. Eles apareceram no meu iPod (isso mesmo!!). Provavelmente alguma força oculta os levou até lá, mas o certo é que apenas uma música foi preciso para que eu viciasse neles. Seguindo as origens dela descobri o Crystal Antlers, uma banda de Long Beach, California.
Suas guitarras nervosas e seu vocal meio rouco, fazem dessa banda uma das minhas favoritas. Ao mesmo tempo que você se sente confuso pelo tanto de informação presente na música (algo que eles não tem medo de admitir), você se sente intrigado. Depois de escutar mais algumas vezes você entende o porquê de tanta coisa misturada. O resultado são músicas extremamente bem feitas, e mesmo com excesso cumpre seu papel de rock-punk-garage-trip.
Depois de lançarem um EP auto-intitulado, lançados por eles próprios e produzido por Isaiah Owens (que já produziu vários trabalhos do The Mars Volta) eles estrearam com um debut digno, o Tentacles. Andrew faz parte desse albúm que para mim ficou entre os melhores de 2009. Essa faixa representa o lado californiano da banda, mas sem deixar de ser alta, bruta e extremamente interessante. Agora aproveita se você conhece ou acabou de conhecer os caras e curtiu, para ver o clipe de Andrew e deixar uma pergunta para eles nos comentários desse post. O Oh My Rock vai entrevistar a banda e quer que você participe. Não se esqueça de deixar seu nome e e-mail.
Vou ser muito sincero ao dizer que eu estava cheio de expectativas para esse show, e das piores. A primeira era sobre o lugar: o Estúdio Emme é um lugar muito bacana mas peca por ser pouco divulgado, e todas as vezes em que eu fui (e não foram poucas) estava vazio. Ver o OK Go com a casa vazia não tem graça. A segunda seria a do próprio grupo, como seria o show de uma banda que tem os melhores clipes do mundo sob a minha perspectiva? Como manter a mesma experiência? Terceira era sobre o setlist, pois eu não tinha ouvido muito o último disco e de acordo com o que havia sido publicado pela casa, seria a tour dele. Vamos ser claros que as músicas mais divertidas dos caras são a do segundo disco (Oh No), e que um show deles sem tocar nenhuma música do mesmo seria uma pena.
Vou confessar que estava esperando ansiosamente por esse albúm. Não pelo motivo que eu sou fã xiita do TV On The Radio, pois não sou. Apenas pelo fato de que o primeiro single Tiger, foi simplesmente ANIMAL (me desculpe pelo trocadilho).
Viciados em flickr como eu sabem como é fuçar os streams de vários usuários e descobrir várias coisas interessantes e maravilhosas. Pois bem, foi assim que eu descobri o Washed Out. Antes de músico, Ernest Greene (o cabeça e vocal tímido da banda) é um puta fotógrafo. Podemos dizer que sua fotografia é perfeitamente complementada por sua música. Podemos também lamentar que ele excluiu todo o seu stream do flickr que agora é composto por apenas uma foto e 3 comentários, mas agredecer que seu blog preenche esse vazio com algumas daquelas fotos.
No quesito de música, Ernest faz um tipo de Road Trip bem viajante e com seu vocal nada explícito deixa tudo muito mais instigante. Washed Out é perfeito para quando, no meio da correria do seu dia, você parar e escutar por alguns minutos e se encontrar num estado de total harmonia. Isso talvez se deva pela parte de que Ernest veio do interior dos EUA, de uma cidade chamada Perry no estado da Georgia. Outro fato interessante é o de que ele ainda não lançou nenhum CD, apenas dois EP’s e sim, uma FITA CASSETE, fazendo seu som ainda mais curioso. Feel It All Around impulsionou a fama ainda pequena da banda, mas mostra todas as características do seu som despretensioso e muito divertido.
Bem vindos ao Oh My Rock. Gostamos de ouvir música e divulgar aquilo que merece. Dê uma olhada todo dia para conferir as principais novidades musicais!
Dos primeiros acordes à entrada do vocal expressivo de Evan Koga, guitarras, pianos e uma produção luxuosa fornecem camadas de texturas à música, criando um ambiente quasi-mágico.
Uma odisséia indie para não dizer menos, com sintetizadores borbulhantes e uma melodia conduzida pela guitarra, a música te agarra no primeiro segundo e solta apenas no final de seus 7 minutos.
s canções aqui criam um senso de confusão, ao meio de batidas agitadas e melodias não-pop. Batidas esparsas e vocal sussurrado ajudam a criar luxuosas canções de verão.
Ain’t That Cold poderia muito bem ser o hino dos clubes de 2010, e com um refrão que vai simplesmente por “nananana”, tente não ficar com ele na cabeça.